Descubra como a terapeuta Gail, uma personagem chave na segunda temporada de ‘The Last of Us’, conseguiu perceber a verdade por trás das palavras e da fachada de Ellie, revelando a profundidade do trauma e das verdadeiras intenções da protagonista em Jackson.
E aí, fã de ‘The Last of Us’! Se você ficou grudado na tela na segunda temporada e se perguntou como a terapeuta Gail sacou na hora que a Ellie estava mentindo, você veio ao lugar certo. A relação entre Gail e Ellie The Last of Us na S2 é super interessante, mostrando que nem toda mentira passa despercebida, especialmente para alguém que manja de gente como a Gail.
Desde que chegou em Jackson, a Ellie já se destacou. Não só por ser a personagem mais importante de ‘The Last of Us’ – afinal, ela é imune ao cordyceps, algo que a maioria em Jackson nem sonha – mas também pela personalidade forte. A Ellie é esperta, fala o que pensa e, às vezes, age por impulso. Ela não é do tipo que se esconde na multidão, e isso fica bem claro para todo mundo na cidade.
A vida em Jackson, mesmo sendo mais segura que o mundo lá fora, ainda tem seus desafios. E para alguém como a Ellie, que carrega tanta coisa do passado e um segredo tão grande, se encaixar não é simples. Ela construiu uma reputação, mas também uma certa fachada para o mundo.
Essa fachada, porém, não engana todo mundo. Algumas pessoas em Jackson têm um olhar mais atento, e a Gail é uma delas. Como terapeuta da comunidade, ela tem a experiência de ler as entrelinhas, de perceber o que não é dito. E é exatamente essa habilidade que entra em jogo quando o caminho de Gail cruza de verdade com o de Ellie na segunda temporada.
A imunidade de Ellie é um segredo guardado a sete chaves, algo que a diferencia radicalmente de todos os outros sobreviventes. Mas mesmo sem saber disso, os moradores de Jackson notam que Ellie é diferente. Sua vivacidade, sua resiliência e até sua teimosia a tornam única em meio à rotina da comunidade.
A forma como Ellie lida com as situações, muitas vezes com um sarcasmo afiado ou uma coragem impulsiva, mostra que ela viveu coisas que a maioria ali só pode imaginar. Essa bagagem emocional moldou quem ela é, tornando-a forte, mas também vulnerável de maneiras que nem ela mesma percebe totalmente.
É essa complexidade que a Gail, com seu olhar treinado, começa a desvendar. Ela não vê apenas a garota que chegou com Joel, mas alguém que esconde dores profundas e intenções que nem sempre são transparentes. A reputação de Ellie em Jackson é de alguém capaz e um pouco rebelde, mas a Gail consegue ir além disso.
A dinâmica de Jackson, com seu conselho e suas regras, representa uma tentativa de normalidade em um mundo pós-apocalíptico. E Ellie, com seu espírito livre e sua sede de justiça (ou vingança), nem sempre se encaixa facilmente nessa estrutura. A presença de Gail na comunidade é crucial para ajudar as pessoas a processarem seus traumas, e Ellie, sem dúvida, tem muitos traumas para lidar.
A Gail é apresentada inicialmente em uma sessão emocionante com Joel, onde ele fala sobre ter “salvado” Ellie. Essa conversa já planta uma semente sobre a profundidade e a complexidade da relação entre Joel e Ellie, algo que Gail certamente guarda na mente ao encontrar Ellie mais tarde. A terapeuta de Jackson é uma personagem que, mesmo sem muita ação, tem um papel fundamental na trama, entendendo a psique dos sobreviventes.
Portanto, antes mesmo de ter uma interação direta com Ellie, Gail já tem uma ideia de quem ela é, baseada no que ouve e observa na comunidade. A reputação de Ellie precede seu encontro formal com a terapeuta, criando uma expectativa sobre como seria essa interação. E, como veremos, não demorou para Gail perceber que Ellie era um “osso duro de roer” no que diz respeito a abrir o jogo sobre seus sentimentos e intenções.
Essa introdução ao universo de Ellie em Jackson e à figura de Gail é essencial para entender o confronto sutil, mas significativo, que acontece entre as duas. Não é um confronto de palavras ríspidas, mas de olhares e silêncios que revelam muito mais do que qualquer diálogo explícito poderia mostrar. A habilidade de Gail em “ler” as pessoas é posta à prova com Ellie, uma mestre em esconder o que realmente sente.
O Primeiro Encontro: Gail Vê Através da Fachada de Ellie
Na segunda temporada de ‘The Last of Us’, Gail e Ellie não se encontram logo de cara. A Gail aparece primeiro em uma sessão tocante com o Joel, onde ele fala sobre ter salvado a Ellie. Essa conversa já dá um gostinho para a Gail da complexidade da relação deles.
O primeiro encontro real entre Gail e Ellie The Last of Us acontece no episódio 3, depois da morte chocante do Joel. A história avança uns três meses, e a Ellie está saindo do hospital. Mas antes de ser liberada, ela precisa ter uma conversa com a Gail, que é a terapeuta de Jackson.
A Ellie, esperta como sempre, tenta falar para a Gail exatamente o que ela acha que a terapeuta quer ouvir. Ela diz que está triste pela morte do Joel, claro, mas que está “tudo bem”. Quem assistiu sabe que isso está longe de ser verdade! A Ellie está arrasada, cheia de raiva e dor, mas tenta parecer forte e controlada.
A Gail, com anos de experiência lendo pessoas, percebe na hora que a Ellie não está sendo sincera. Ela tenta ir mais fundo, perguntando mais sobre a relação de Ellie com Joel. A Gail quer entender a dinâmica deles, a profundidade do laço que foi quebrado. Ela sabe que a morte de Joel não é algo que se supera dizendo apenas que “está tudo bem”.
Mesmo percebendo a mentira, a Gail decide não forçar a barra. Ela libera a Ellie, mas a semente da dúvida já está plantada. Gail sabe que a Ellie está escondendo a dor e, provavelmente, planejando algo movida por ela. Essa primeira interação é crucial porque estabelece a capacidade de Gail de ver além das palavras de Ellie e entender o turbilhão de emoções que ela está tentando esconder.
Essa sessão de terapia não é como as outras. Ellie não está ali para desabafar de verdade, mas para cumprir um protocolo e ser liberada. Sua postura é defensiva, suas respostas são curtas e ensaiadas. Ela quer passar a imagem de que está lidando com a situação, de que é forte o suficiente para seguir em frente sem precisar de ajuda.
A Gail, por sua vez, não age como uma interrogadora, mas como alguém que observa com atenção. Ela nota as microexpressões de Ellie, a forma como ela evita certos assuntos, a rigidez em sua postura. Tudo isso grita “estou mentindo” para um profissional treinado.
O fato de Gail não insistir demais naquele momento mostra sabedoria. Ela sabe que forçar Ellie a se abrir quando ela não está pronta seria inútil. Mas ao fazer as perguntas certas, mesmo que Ellie não responda com sinceridade, Gail obtém informações valiosas sobre o estado emocional de Ellie e sua relutância em processar a perda de forma saudável.
Essa conversa inicial é como a ponta do iceberg. Gail percebe que há muito mais acontecendo sob a superfície da aparente calma de Ellie. Ela entende que a negação ou a tentativa de reprimir a dor é uma forma de defesa para Ellie, mas também um sinal de que ela não está realmente “bem”.
A experiência de Gail como terapeuta em um mundo pós-apocalíptico a preparou para lidar com traumas profundos e as diversas formas que as pessoas encontram para sobreviver a eles. Ela já deve ter visto todo tipo de mecanismo de defesa, e a tentativa de Ellie de minimizar sua dor e fingir normalidade é algo que um olho treinado capta rapidamente.
Portanto, quando Ellie sai do hospital, Gail já tem uma leitura clara da situação: Ellie não superou a morte de Joel, está sofrendo intensamente e, o mais importante, não está sendo honesta sobre isso. Essa percepção inicial é a base para Gail entender o que acontece a seguir, especialmente durante o discurso de Ellie no conselho de Jackson.
É fascinante ver como uma cena relativamente curta e com diálogos mínimos consegue transmitir tanto sobre a dinâmica entre as personagens e a perspicácia de Gail. Essa interação prepara o terreno para o momento em que Ellie tenta manipular o conselho, e a reação de Gail a isso.
O Discurso no Conselho: Justiça ou Vingança?
Mais tarde, no mesmo episódio, rola uma reunião do conselho em Jackson. A Ellie está lá, e ela faz um discurso super bem montado. Ela pede para o conselho enviar um grupo de 16 pessoas para Seattle. O motivo que ela dá? Não é vingança pela morte do Joel, e sim “justiça” contra o grupo que atacou a comunidade e tirou vidas.
No discurso, a Ellie usa argumentos fortes. Ela fala sobre a segurança de Jackson, sobre a necessidade de mostrar que eles não serão alvos fáceis, sobre proteger o futuro da comunidade. Ela soa convincente para quem não a conhece tão bem ou não sabe o que ela realmente está sentindo por dentro.
Mas para quem conhece a Ellie – e para quem, como a Gail, consegue ver além das palavras – fica na cara que o discurso é uma fachada. A Ellie não está pensando em justiça para a comunidade naquele momento. Ela está consumida pelo luto e pela raiva pela perda do Joel, e o que ela realmente quer é ir atrás da Abby e do grupo dela para se vingar.
A Gail está presente durante essa reunião. Ela ouve tudo o que a Ellie diz, vê a performance dela. E é nesse momento que a percepção que Gail teve no hospital se confirma totalmente. Ela sabe que o discurso de “justiça” é apenas uma forma de conseguir apoio para a sua própria missão pessoal de vingança.
O conselho de Jackson representa a tentativa da comunidade de manter a ordem e tomar decisões coletivas para a segurança de todos. A proposta de Ellie de enviar 16 pessoas para Seattle é uma operação de risco altíssimo. Ellie sabe que, para convencer o conselho, ela não pode simplesmente dizer “quero ir atrás de quem matou o Joel”. Isso seria visto como uma atitude impulsiva e perigosa, movida por emoção, não por estratégia.
Por isso, ela molda seu discurso em torno de conceitos que são importantes para a comunidade: justiça, segurança, proteção. Ela usa a linguagem que o conselho espera ouvir, apresentando a expedição a Seattle como uma ação necessária para a sobrevivência de Jackson a longo prazo. É uma tática inteligente, mas desonesta em sua motivação principal.
A performance de Ellie é notável. Ela consegue articular seus pontos de forma clara e persuasiva. Para muitos no conselho, seu argumento pode ter soado lógico e até corajoso. Ela demonstra uma aparente frieza e racionalidade que contrastam com a dor que sabemos que ela está sentindo.
No entanto, essa frieza é justamente um dos sinais para Gail de que algo não está certo. Alguém que acabou de perder uma figura paterna de forma brutal e está genuinamente buscando justiça para a comunidade ainda assim demonstraria sinais de dor e emoção. A compostura excessiva de Ellie levanta uma bandeira vermelha para a terapeuta.
Além disso, Gail provavelmente observou a linguagem corporal de Ellie durante o discurso. Mesmo que as palavras soassem convincentes, pequenos sinais não verbais – uma tensão no rosto, um olhar fixo demais, uma falta de congruência entre o que é dito e a expressão facial – podem ter reforçado a suspeita de Gail.
O contraste entre a Ellie que Gail encontrou no hospital, tentando desesperadamente parecer “bem”, e a Ellie que agora faz um discurso calculista no conselho é gritante. Gail percebe que a dor de Ellie não desapareceu; ela apenas foi canalizada para um objetivo, e esse objetivo é pessoal, não comunitário.
O discurso de Ellie é um momento definidor na segunda temporada, mostrando o quão longe ela está disposta a ir para alcançar seus objetivos e o quão boa ela se tornou em manipular situações e pessoas para conseguir o que quer. E a presença de Gail ali, observando e entendendo a verdade por trás das palavras, adiciona uma camada de profundidade à cena.
Para Gail, não se trata apenas de um discurso político, mas de uma manifestação do estado psicológico de Ellie. Ela vê a raiva e o desejo de vingança mascarados por um apelo à justiça. E essa percepção a leva a antecipar os próximos passos de Ellie, independentemente da decisão do conselho.
Como Gail Sabia? O Olhar Clínico da Terapeuta
Então, a grande questão é: como a Gail sabia que a Ellie estava mentindo no conselho? A resposta é simples, mas profunda: ela é uma terapeuta experiente e, mais importante, ela já tinha tido aquela conversa com a Ellie no hospital.
Durante a sessão no hospital, Gail percebeu claramente que a Ellie não estava sendo honesta sobre como se sentia em relação à morte de Joel. Ellie estava tentando se mostrar forte, dizer o que achava que precisava dizer para ser liberada. Gail, com seu olhar clínico, viu a dor e a negação por baixo daquela tentativa de fachada.
Quando Gail ouve o discurso de Ellie no conselho, ela conecta os pontos. Ela sabe que a Ellie não superou a morte de Joel, que a dor é imensa e que, provavelmente, essa dor se transformou em raiva e desejo de vingança. O discurso sobre “justiça” para a comunidade simplesmente não bate com a Ellie que Gail viu no hospital, a Ellie que estava tentando reprimir seus verdadeiros sentimentos.
A Gail é muito boa em ler as pessoas. Anos de terapia em um mundo brutal como o de ‘The Last of Us’ devem ter ensinado a ela a identificar sinais de trauma, negação, raiva e intenções ocultas. Ela consegue perceber as inconsistências entre o que as pessoas dizem e o que elas realmente sentem ou planejam.
No caso de Gail e Ellie The Last of Us, a mentira de Ellie no conselho era clara para a terapeuta porque ela já tinha o contexto da conversa anterior. Ela sabia que a Ellie estava sofrendo e que não estava lidando com isso de forma aberta. Portanto, um discurso tão focado na comunidade e na “justiça” soou falso para Gail, que sabia que a motivação real de Ellie era muito mais pessoal e intensa.
Essa percepção de Gail não fica só na cabeça dela. Ela comenta com o Tommy (irmão de Joel) durante um jogo de beisebol. Ela diz que sabia que Ellie estava mentindo no conselho. Esse diálogo confirma para o público que a leitura de Gail estava correta e que sua intuição como terapeuta é afiada.
Além disso, tanto Gail quanto Tommy esperavam que a Ellie tomasse uma atitude por conta própria, já que o conselho votou contra enviar o grupo para Seattle. Eles sabiam que a sede de vingança de Ellie era forte demais para ser contida por uma votação comunitária. Gail, em particular, sabia que a negação de Ellie no hospital era um sinal de que ela estava prestes a explodir, e a recusa do conselho foi apenas o gatilho.
Portanto, não foi surpresa para a Gail quando ela descobriu que Ellie e Dina tinham saído escondidas para Seattle no final do episódio 3. Ela já tinha previsto que Ellie agiria por conta própria, movida pela dor e pelo desejo de vingança que ela tentou, sem sucesso, esconder.
A habilidade de Gail em “ler” Ellie é um testemunho da profundidade de sua personagem, mesmo com pouco tempo de tela. Ela representa o olhar atento que percebe as rachaduras na armadura que Ellie tenta construir. Sua presença na série serve para nos lembrar que, por mais forte que Ellie tente parecer, ela ainda é uma pessoa lidando com um trauma imenso, e que nem sempre suas intenções declaradas são as verdadeiras.
A interação entre Gail e Ellie The Last of Us é um exemplo sutil, mas poderoso, de como a série explora a psicologia dos personagens em um mundo pós-apocalíptico. Não se trata apenas de sobreviver aos infectados, mas de lidar com as perdas, os traumas e as complexidades das relações humanas em meio ao caos.
Gail, como terapeuta, tem a função de ajudar os outros a processarem tudo isso. Com Ellie, ela não consegue ter uma sessão terapêutica tradicional, mas sua observação atenta e sua experiência permitem que ela entenda a verdade por trás das mentiras. Ela vê a dor que Ellie esconde e a perigosa direção que essa dor está tomando.
Essa capacidade de Gail de ver a verdade por trás das fachadas é vital em Jackson, uma comunidade que tenta construir uma nova normalidade, mas que ainda lida com as cicatrizes do passado. Pessoas como Gail são essenciais para a saúde mental e emocional dos sobreviventes, ajudando-os a navegar por seus traumas.
No fim das contas, a Gail sabia que Ellie mentiu porque ela a viu antes, vulnerável e tentando reprimir sua dor. Ela viu a desconexão entre a Ellie do hospital e a Ellie do conselho. E essa percepção, combinada com sua experiência, a fez entender que o discurso de “justiça” era apenas a ponta do iceberg da verdadeira missão de Ellie: vingança.
Conclusão: O Olhar Que Não se Engana
A dinâmica entre Gail e Ellie The Last of Us na segunda temporada, mesmo que breve, é super reveladora. Mostra como a terapeuta Gail, com sua experiência e sensibilidade, conseguiu ver através da fachada que Ellie tentou criar, tanto no hospital quanto durante seu discurso no conselho de Jackson. Gail percebeu a dor e a raiva que Ellie estava escondendo, entendendo que a motivação por trás do pedido de “justiça” era, na verdade, um profundo desejo de vingança pela morte de Joel. Esse olhar atento de Gail não só confirmou a verdade sobre os sentimentos de Ellie, mas também a fez antecipar que Ellie agiria por conta própria, o que, claro, aconteceu quando Ellie e Dina foram para Seattle. É um remetente de que, por mais que tentemos esconder, algumas pessoas conseguem ver a verdade por trás das nossas palavras.
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Perguntas Frequentes sobre Gail e Ellie em ‘The Last of Us’ S2
Quem é Gail em ‘The Last of Us’ S2?
Gail é a terapeuta da comunidade de Jackson na segunda temporada. Ela desempenha um papel importante ao ajudar os sobreviventes a lidarem com seus traumas e perdas.
Quando Gail e Ellie se encontram pela primeira vez na S2?
O primeiro encontro direto entre Gail e Ellie acontece no episódio 3, após Ellie receber alta do hospital em Jackson.
Por que Gail desconfiou de Ellie durante a conversa no hospital?
Gail percebeu que Ellie não estava sendo sincera sobre como se sentia em relação à perda. Apesar de dizer que estava “tudo bem”, sua postura e respostas indicavam que ela estava reprimindo uma dor intensa.
Como o discurso de Ellie no conselho se relaciona com a percepção de Gail?
Gail ouviu o discurso de Ellie pedindo uma expedição a Seattle por “justiça” para a comunidade. Conectando com a conversa anterior no hospital, Gail percebeu que o discurso era uma fachada para esconder a verdadeira motivação de Ellie: vingança pessoal.
Que habilidade de Gail foi crucial para entender Ellie?
A experiência de Gail como terapeuta em um mundo pós-apocalíptico deu a ela um olhar clínico apurado para ler pessoas, identificar sinais de trauma e negação, e perceber as inconsistências entre o que é dito e o que realmente se sente ou planeja.